Sabemos o que é mas raramente a experimentamos. Sem espinhas, sem interesses, sem segundas intenções.
Quantas pessoas comunicam connosco desta maneira? Quantas pessoas nos falam a verdade? Qual o contributo da verdade no nosso bem estar? Qual a sensação quando a enfrentamos?
Nem sempre é o que queremos ouvir mas sabemos que é o que fica para sempre, não muda! Muitas vezes está guardada e é o nosso segredo com Deus. Só a entregamos a quem achamos merecer e ser capaz de entender. Ouvi-la pode ser música com ou sem melodia, mas sempre nos embala em busca da paz.
Há homens que a dizem a vida toda, há outros que nunca lhe tocam. Serão felizes estes que não a experimentam? Terão estes amigos? Ou estarão sós? A verdade é que muitos têm uma missão na vida que não os permite ser.
Mas afinal não somos livres? Não. Eu não sou livre. Vivo numa sociedade com regras, trabalho numa empresa com regras, vivo numa casa com regras, e desenho e ajo no meu dia a dia segundo regras de todos os tipos. Será por isso que não falamos verdade ou falar a verdade é transcendente e ultrapassa tudo isto? Muitas vezes o não falar a verdade serve para fazer o outro feliz. Estará correcto? O outro pode ser o pai ou a mãe, o colega, o patrão, o amigo. Estará correcto?
Porque há pessoas que se magoam com a verdade, preferem viver na mentira, na ilusão mas sabem que o caminho terminará mais cedo. Ou não. O grande problema é que os olhos também falam. E quem não fala a verdade ou tem manha ou tem arte. Aprende-se mas de que nos vale se o nosso caminho é o da verdade e do encontro connosco próprios de forma a encontrar o equilíbrio e a paz de espírito necessária para o bem estar e felicidade?… Várias vezes pensamos nisto mas não dizemos a verdade…
Hoje, 1 de abril…não é o dia. Comece amanhã.

