Apelo sincero à comunidade masculina

Que o nariz e as orelhas não param de crescer durante a nossa longa vida, já era do conhecimento geral do comum mortal. Mas parece que nalguns casos, os pêlos destas cavidades também não param de crescer. Mas “eles” nem dão por isso. Um apelo à Comunidade masculina: É HORRÍVEL, mete NOJO e é fácil de resolver. Basta cortar e já está! Não sei se … Continuar a ler Apelo sincero à comunidade masculina

Portunês, a arte de mal falar o Português

Como falam bem os portugueses, o português. Mentira! Não falam, nem escrevem. Nunca tive problemas de audição felizmente, mas às vezes sinto um agudo tão grande que penso em consultar o médico. Mas de nada me vai adiantar. Acho que vou sentir isto até ao fim da minha vida e sempre e quando que escutar “mau português”. Não sei se é portunhol, se é pretoguês … Continuar a ler Portunês, a arte de mal falar o Português

Querido mudei a casa

Mudar de casa é uma tarefa física e psicologicamente pesada. É esse mesmo o nome. Mas no fim sabe bem. Pesa-nos no corpinho e na saudade. É um mexer e remexer no passado, um presente incompleto e um futuro incerto. Será que é desta? Achamos sempre que sim. Que fizemos o negócio certo e encontrámos o ninho certo. “Era mesmo isto que eu queria” dizemos … Continuar a ler Querido mudei a casa

Ainda se escrevem cartas de amor?

Acho que sim… As pessoas são o que são. A essência que está nelas e a felicidade que sentem ao sê-lo. As pessoas não são o que dizem que elas são. São aquilo que no íntimo, no limite, à beira de um precipício são. Não são como as outras pessoas dizem que são. Porque essas pessoas estão em momentos específicos do seu ser e não … Continuar a ler Ainda se escrevem cartas de amor?

Habituar é bom?

Quase nunca! Habituar a fazer, ouvir, dizer e sentir o que é mau, é muito mau. Habituar ao que é bom, é muito bom mas corremos o risco de ficar mal habituados. Por vezes habituamo-nos a coisas que fazem mal, que não nos fazem feliz. Habituamo-nos a ouvir sempre as mesmas coisas. Habituamo-nos a fazer sempre daquela maneira. Habituamo-nos a ir sempre aos mesmos restaurantes, … Continuar a ler Habituar é bom?

Uma autêntica falta de respeito!

Somos todos iguais? Parece que a classe médica é diferente, e não é só porque estudam mais que os outros mas sim porque fazem uso do seu estatuto para faltarem ao respeito a quem precisa. E como precisa cala e come. São intermináveis as horas inutilmente utilizadas à espera dos Srs. Drs. Para além das urgências ser um serviço normalmente demorado os Srs Drs ainda … Continuar a ler Uma autêntica falta de respeito!

O Underground que deu luz ao Imaviz

Há um novo mundo underground no coração da cidade de Lisboa. Quem entra não se apercebe, mas descendo à cave é impossível ficar indiferente. Cuecas de homem tigresa, plumas cor-de-rosa, Nossas Senhoras pintadas à mão e uma marquesa pronta a tatuar, anunciam a presença de uma comunidade alternativa nunca antes vista por aqui. Os visitantes, são na maioria góticos, metaleiros ou amantes do alternativo. O … Continuar a ler O Underground que deu luz ao Imaviz

Deixem-se lá dos negócios e façam bebés

É uma realidade no nosso Portugal. Nascem mais negócios que bebés. Consigo tirar algumas conclusões, embora precipitadas e sem saber o que vai nas cabecinhas pensantes do nosso povo português, que gosta tanto ou tão pouco dele próprio que será que quer acabar com a espécie? Ou será que as nossas mentes são tão brilhantes que pensamos “deixa-me lá por isto a andar que ainda vou ficar … Continuar a ler Deixem-se lá dos negócios e façam bebés