As coisas são como as queremos ver. Desde o conceito liberdade até ao simples pedaço de papel em branco.
As coisas valem o que valem mas as palavras não. Valem no contexto onde são ditas e na expressão ao dizê-las. Há quem tenha a Arte de falar, de mentir e de magoar. Há quem não pense antes de falar e quem não fale antes de pensar. É difícil de gerir. E nós não somos nós por acaso, mas sim porque alguma coisa passou por nós e deixou qualquer coisa, qualquer palavra ou sentimento que entrou em nós da forma que nós permitimos que entrasse. Facilmente, aos pontapés, com dor com alegria. Com vontade ou obrigada ela entrou. Importante ou não, até nos esquecermos, vamos viver com ela o resto da vida. Vamos ter a oportunidade de a analisar em vários momentos da nossa vida e em vários contextos, compostos de saudade, raiva, melancolia ou angústia. É bom sentir que conseguimos sentir porque quem não sente não sabe o poder que está nos sentidos.
E quem diz o que sente, não mente.
